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  • Crédito à Habitação: Seguro de Vida é obrigatório ou não?

    Antigamente quem recorria ao crédito à habitação era obrigado por parte da entidade credora a fazer um seguro de vida.

     

    Muitas das pessoas que precisavam deste crédito à habitação tinham dúvidas sobre a legitimidade desta obrigação. É importante perceber se realmente é obrigatório ou não fazer um seguro de vida e se este tem de ser feito na entidade credora.

     

    Em teoria não é obrigatório, mas a maioria dos bancos ou entidades credoras exigem. Para defender os consumidores, foi publicado um decreto-lei, para que os bancos ao exigirem um seguro de vida para o crédito à habitação, que o comuniquem antes da celebração do contrato, bem como a obrigatoriedade de abertura de conta nesse mesmo banco. Deve ficar bem claro que o cliente pode escolher onde quer fazer esse seguro de vida, ou seja, não existe obrigatoriedade de ser no mesmo banco ou entidade credora.

     

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    É obrigatório também que a instituição bancária informe o cliente de todos os custos da contratação do crédito, comissões, aberturas de conta e seguro de vida.

     

    Na maioria dos casos, o cliente faz um seguro de vida nada vantajoso na mesma entidade bancária a que recorre ao crédito à habitação, mas não tem de ser assim. Se vai comprar casa e o seu banco exige um seguro de vida, o ideal é fazer uma pesquisa e constatar a melhor oferta que o mercado tem para oferecer.

    Crédito habitação 100%: Casa nova sem dar entrada?

    Estando o mercado imobiliário num bom momento, o crédito habitação a 100% tem voltado a ser um tema de interesse junto dos consumidores que procuram adquirir a primeira casa  ou mudar de habitação.

    Este tipo de financiamento garante o financiamento da totalidade do valor da habitação, não tendo o cliente de suportar a entrada inicial geralmente exigida pelos bancos, a qual ronda, em média, entre 15% a 20% do valor de avaliação do imóvel.

     

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    Qual o impacto no mercado imobiliário?

    A abertura do mercado ao financiamento de 100% do valor de aquisição tenderá a criar um aumento no número de transacções no mercado imobiliário.

    Este, só por si, é um fator positivo, tanto para a economia, como para a receita de impostos, e também para o consumidor que encontra um mercado imobiliário dinâmico e no qual a procura e oferta podem estar mais equilibradas e garantir preços menos suscetíveis a especulação.

     

    Ao recorrer a um empréstimo habitação a 100% estará a colocar a casa como garantia,  acontece no crédito habitação em geral.

    No entanto, nestes casos específicos, o banco irá encontrar-se exposto a 100% do risco, não existindo qualquer entrada por parte dos titulares para utilizar como colateral do empréstimo.

    Isto poderá fazer com que tanto a avaliação do valor da habitação como os titulares do empréstimo estejam sujeito a um maior escrutínio devido ao maior risco da operação.

    Face a este risco acrescido, o spread será, em princípio, mais elevado do que num crédito em que seja exigida uma entrada inicial, algo a ter em conta quando fizer as suas comparações.

     

    Mas já há bancos a oferecê-lo?

    Já é possível encontrar financiamento a 100% junto de várias entidades bancárias, especialmente quando se tratam de habitações do banco.

    Novo Banco, Santander Totta, Caixa Geral de Depósitos e UCI - União de Créditos Imobiliários são algumas das instituições a oferecer este tipo de solução. Embora limitado a clientes até 31 anos, também o Crédito Agrícola disponibiliza 100% de financiamento aos seus clientes.

    Apesar de existirem vários bancos com esta oferta, comparar as diferentes propostas continua a ser uma necessidade uma vez que as condições variam de acordo com a instituição.

     

    Não esquecer os outros custos

    Obter 100% do valor necessário para a aquisição é um grande passo no caminho para a compra da sua nova casa, No entanto, é importante não esquecer as outras despesas envolvidas nesta operação.

    Relativamente a despesas com comissões, poderá contar com uma comissão de abertura e de formalização e também com o valor cobrado pela avaliação do imóvel.

     

    Por outro lado, também as despesas com impostos, como o imposto municipal sobre a transmissão onerosa de imóveis (IMT), o Imposto de Selo, e o IMI,

    O IMT terá que ser pago antes da escritura e o seu cálculo envolve algumas variáveis, sendo que recomendamos a utilização do simulador da APEMIP para ter uma ideia do valor que estará sujeito a liquidar.

    Já o IMI, varia entre os vários concelhos do país, mas poderá obter informação sobre o valor a pagar junto do vendedor do imóvel caso se trate de uma habitação usada.

     

    Para garantir que se obtém as melhores condições no crédito à habitação é fundamental escrutinar em detalhe o maior número de ofertas possível. De forma a facilitar todo este processo, pode-se utilizar o simulador gratuito do ComparaJá.pt, plataforma que agrega todas as ofertas do mercado e permite uma analisar em poucos minutos as melhores oferta para os diferentes perfis e necessidades individuais, Este portal independente presta igualmente apoio especializado sem qualquer custo ou compromisso para o utilizador.

    Transferência Bancária entre Bancos diferentes: Quanto tempo demora?

    As transferências entre bancos diferentes, designadas por transferências interbancárias, demora mais do que uma transferência entre contas do mesmo banco, chamadas por transferências intrabancárias.

     

    Para o tempo que demora a fazer uma transferência entre bancos diferentes são considerados apenas dias úteis, ficando excluído os Sábados, Domingos e Feriados.

     

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    Se a transferência bancária for feita até às 15h em regra chega no dia útil seguinte.

     

    QUANTO TEMPO DEMORA UMA TRANSFERÊNCIA ENTRE BANCOS DIFERENTES?

     

    Se a transferência for feita até às 15h de um dia útil pode demorar até 24h, se a transferência for feita depois das 15h pode demorar até 48h.